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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Colégio Estadual Nossa Senhora da Glória




Estas são algumas fotos da escola onde trabalho desde o ano de 2006,
o Colégio Estadual Nossa Senhora da Glória.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

FENÔMENOS DA NATUREZA


  Fenômenos da Natureza

O bramido do mar que fazia chuá, chuá...
Trazendo alegria com toda força,
Hoje só vive a chorar, e com lágrimas a derramar...
Invadindo cidades para se desabafar,
Do grande mal que lhe fizeram, sem dele cuidar.
O bramido do mar, quer fazer chuá, chuá...
Sem querer, está levando ao homem o seu terror,
Devolvendo o que ele causou.
O gelo antártico, não quer mais se segurar,
Está cansado de só gelar,
Se esforça pra não desabar,
Para o bramido do mar não aumentar,
Chorando suas lágrimas a derramar...
Chuá, chuá...
O vulcão não é teimoso.
Teimoso é o homem, que pensando ser sabido,
Extraí da terra sem ser inibido,
Algo que o tempo não poderá consertar,
Buscando tecnologia, não raciocina no que pode pesquisar.
Rochas extraídas, lacunas deixadas, espaço que não poderá ser preenchido.
Erupção fatal! Não tem jeito, vai abalar!
O vulcão vai vomitar...
Colocando pra fora o seu protesto da degradação causada pelo ser humano.
Que pena! O homem não quer enxergar que pra mexer na natureza,
Tem que ter sabedoria, pra não causar desarmonia!
Tem que ter a certeza, por que se não souber tratá-la,
A COBRANÇA CHEGARÁ!
Mexer na natureza, não é algo tão singelo,
É preciso ter certeza, gentileza para com ela tratar.
Quem poderá transformar sustentável, o inevitável?
Irreversível é a dor, de ver o que foi feito com tanto amor, sendo destruído...
E só depois vem o temor...
Egoístas! Só pensaram nas suas riquezas,
Sem querer imaginar na grande pobreza que vai ficar como herança,
De uma natureza que logo será extinção...
Terrores e bramidos, jamais serão esquecidos!
A natureza se revolta em protesto, pelo que roubaram dela.
Nós somos carbono, somos pó, aonde vamos parar,
Se a natureza continuar a chorar?
De onde vem a sabedoria que o homem pensa não ter fim?
Estragam o que Deus nos deu, e como crianças mimadas, vai buscar outro planeta como alternativa de um temor que estar por vir.
Se Deus nos deu o planeta terra, é nele que devemos ficar!
Então, pra que futucar o que não se conhece?
Toda vez que o homem pensa que sabe mais,
Nas tentativas e buscas,
Acaba nos trazendo de forma irracional, um problema maior e sem controle.
A natureza vai continuar a chorar...
O bramido do mar vai aumentar...
O vulcão vai continuar a vomitar...
As nascentes, vão desaparecer...
E o homem de medo, vai se tremer!
Por algo que ele mesmo não deixa viver.
O desmatamento, vai trazer mais sofrimento,
Com o aumento de gás carbono, sem cabimento...
Efeito estufa! Aquecimento de um globo prestes a ser desativado,
Pelos seus próprios habitantes.
SOCORRO!!!
Eu quero viver e deixar a herança para a minha geração!
Um planeta que não desiste de chamar à sua atenção.
Através dos sintomas das doenças, que estão deixando nele.
O planeta está em depressão e quer apenas união de todos,
Antes que não tenha mais jeito.
Autora: Jô Benevides

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sou essa mulher, sou essa professora!

Sou essa mulher, sou essa professora!

Onde se mexe com o intelecto
o coração enternece.
Um redemoinho de pensamentos,
se reconstrói constantemente
diante das coisas que não têm
mais efeito educativo.
Existe um ser pronto e completo,
totalmente estruturado
e que educa?
Deve ser mistura de louco varrido
e velha caduca.
Fico à caça da ideal forma,
que me possibilite ensinar
ou não, se não quiserem aprender,
mas que me poupe das desilusões.
A exaustão é decretada.
Sempre à borda do limite
da tristeza, as horas passam
emudecendo minha voz.
E os anos passam inflexíveis
nas salas de aula,
roubando-me a pureza do olhar.
Será que ainda sou a mulher
que queres beijar
e com quem queres fazer amor?
Por vezes estou cansada,
suada, descabelada,
desarrumada e fico feia...
Não sou a beldade ninfal,
 a sereia, dos teus sonhos promissora.
Sou essa mulher aqui!
Simplesmente a professora...
Autora: Elisa Marina Gasparini Torres 
http://sitedepoesias.com/poesias/39840